Fênix

 

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Vol. 12 Ano XII nº 2 - Julho - Dezembro de 2015

ARTIGOS & RESENHAS - ÍNDICE

Artigos

REMETO POR ORA HUM CAIXOTINHO”: AS CURIOSIDADES DA AMÉRICA PORTUGUESA 
NAS CARTAS DO VICE-REI 2º MARQUÊS DO LAVRADIO

Adriana Angelita da Conceição


RESUMO: Os impérios ultramarinos impulsionaram grandes mobilidades humanas, de saberes e de curiosidades. Com isso, o governo a distância demandou uma imensa produção escrita, especialmente, de cartas. O objetivo deste texto será perpassar os estudos de história natural no século XVIII, no espaço da América portuguesa, através do intercâmbio epistolar entre D. Luís de Almeida, 2º marquês do Lavradio (vice-rei do Brasil de 1769 a 1779), e Pedro José de Noronha, marquês de Angeja. Assim, esta troca de cartas será analisada através da história social da cultura escrita, nos interessando as cousas curiosas que Lavradio relatou e enviou a Angeja, junto da fundação da Academia Científica do Rio de Janeiro em 1772.

PALAVRAS-CHAVE: Cultura Escrita – História Natural – Vice-Rei 2º Marquês Do Lavradio

 

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ESCRITORAS E CULTURA LITERÁRIA NA FRANÇA, NO SÉCULO XVII: 
QUESTÕES SOBRE O CÂNONE

Beatriz Polidori Zechlinski


RESUMO: Neste artigo abordamos as ideias que levaram à constituição do primeiro cânone literário francês no século XVII e a sua relação com a atuação das escritoras nos espaços letrados desse período. Partimos da relação suscitada pelo estudo da literatura produzida por mulheres entre as ideias de “escrita feminina” e de “cânone literário”. Objetivamos com este estudo compreender como a produção literária de mulheres, especialmente do século XVII, se relacionou com a ideia de “grande literatura” e de “literatura nacional”. Questionamos por quais motivos na França, no século XVII, muitas mulheres fizeram parte de antologias e de listas de autores considerados relevantes e por que a partir de um determinado período da Época Moderna a produção literária das mulheres francesas foi considerada irrelevante para o arcabouço cultural oficial dessa nação.

PALAVRAS-CHAVE: Escritoras – Século XVII – Cultura escrita – Cânone literário

 

 

NA CIDADE E NO TEMPO: SLPEEN E IDEAL NA POESIA DE MOACYR FÉLIX
Diogo Cesar Nunes


RESUMO: O presente artigo apresenta uma leitura preliminar e aproximativa da obra poética de Moacyr Félix, buscando identificar alguns conflitos que marcam a condição do poeta moderno. Tomando como premissa a hipótese de que a poesia moderna se dá no conflito entre a consciência histórica e o desejo de escapar à historicidade, intenta-se explorar em alguns poemas o que seria o confronto entre Spleen e Ideal, ou seja, entre uma percepção da realidade como decadência, impossibilidade da experiência, e a utopia, na tentativa de representar, e/ou nomear, a vida no que seria sua plenitude: a liberdade, que, através do amor, realizaria o encontro do indivíduo consigo mesmo, com os demais indivíduos e com o mundo.

PALAVRAS-CHAVE: Moacyr Félix – Tempo – Slpeen – Ideal – Utopia

 

 

DEVOÇÃO PARA ACUDIR NA VIDA E AMPARAR NA MORTE: 
SÃO MIGUEL ARCANJO E AS ALMAS DO PURGATÓRIO

Mauro Dillmann

RESUMO: Este artigo apresenta uma interpretação de algumas representações de São Miguel Arcanjo e sua devoção, sobretudo sua importância para os cristãos-católicos enquanto protetor na vida e na morte, especialmente na sua função de intermediário para o socorro das almas do Purgatório, no período da História Moderna ocidental. Para tal, vale-se da análise de fontes escritas publicadas em Portugal, principalmente livros religiosos de devoção. O recorte temporal privilegia o século XVIII, mas também considera outros períodos por tratar-se de concepções religiosas que ultrapassam marcos temporais rígidos.

PALAVRAS-CHAVE: São Miguel – Almas – Devoção – Purgatório

 

 

ITAGUAÍ E SERAFIM, CIDADES EM TEMPOS DE DITADURA: HISTÓRIAS INSANAS EM 
MACHADO DE ASSIS E NELSON PEREIRA DOS SANTOS

Nelson Tomelin Jr.


RESUMO:  Pensando a cidade a partir do conto O alienista (1882), de Machado de Assis, e do filme Azyllo muito louco (1970), de Nelson Pereira dos Santos, o presente artigo busca também discutir práticas de tratamento em saúde mental na história. Essas obras, imaginadas e realizadas em momentos de violência social nada branda, período final do Império e recrudescimento da repressão e censura praticadas no Brasil desde o golpe de 1964, ampliam possibilidades de reflexão no debate histórico sobre cidades e saúde.

PALAVRAS-CHAVE: O alienista – Azyllo muito louco – Ditadura – Saúde

 

 

“EU SINTO QUE ESSA VIDA JÁ ME FOGE”: A PEDAGOGIA DOS ESPAÇOS NAS 
TESSITURAS DE SINHAZINHA WANDERLEY

Roberg Januário dos Santos e Iranilson Buriti


RESUMO: Educar ou praticar atividades de cunho pedagógico não se resume apenas ao exercício da docência em sala de aula. O ato de ensinar e suas formas são manifestados também em outras ocasiões e circunstâncias, como ensinar a amar uma cidade, educar os mais novos para que aprendam a valorizar vivências de outro tempo, cultivar nas gerações o reconhecimento de posturas, concepções e modos de fazer e dizer uma espacialidade. É assim que este propõe, a partir dos pressupostos da histórica cultural, estudar a trajetória da professora e poetisa Maria Carolina Wanderley Caldas (Sinhazinha Wanderley), nascida em 1876 na cidade do Assú, no Rio Grande do Norte, pertencente à família de destaque na cena social assuense: Wanderley. Ela foi professora do Grupo Escolar Tenente Coronel José Correia, em Assú, no qual introduziu novas atividades pedagógicas tidas como modernas à época, a exemplo de atividades lúdicas, músicas, poesias, entre outras. Exerceu suas atribuições docentes por mais de quatro décadas no cenário educacional assuense. Todavia, o domínio da escrita e da leitura proporcionou a Sinhazinha Wanderley não só o exercício do magistério, mas o acesso à revista, jornais e a produção de letras de músicas e poesias. Também permitiu a defesa de um “Assú de antigamente”, cidade de tradições, de códigos culturais erguidos ainda no século XIX, espaço que circulavam os bons e velhos costumes de uma época memorável, atravessada pela moral, pelos galanteios de homens de bravura e de palavra, um “Assú antigo” que o presente desconhecia. A escrita desta professora fornece indícios de uma época de perda dos antigos referenciais, a exemplo do convívio com personalidades de uma sociedade com marcas de moralidade, romantismo, religiosidade e patriarcalismo. Para além da pedagogia escolar, Sinhazinha Wanderley tentou educar os assuenses para que aprendessem os valores históricos do Assú situado no tempo de sua infância, adolescência e parte da vida adulta. Sinhazinha Wanderley faleceu em 1954 na cidade de Assú.

PALAVRAS-CHAVE: Magistério – Espaço – Assu

 

 

JOGO, ESPAÇO CULTURAL E CRIAÇÃO SIMBÓLICA:REFLEXÕES
ACERCA DO JOGO DA CAPOEIRA

Robson Carlos da Silva


RESUMO:O artigo aborda a capoeira, cultura que nasce enquanto luta de sobrevivência do povo negro em contexto de escravidão no Brasil, se torna fenômeno social e ação simbólica de natureza lúdica, sendo conhecida e tratada, nos dias atuais, como jogo. As reflexões giram em torno de questões, tais como, na prática da capoeira, quais as características que sustentam sua natureza de jogo? quais os princípios e as dimensões da capoeira a fundamentam enquanto ação simbólica lúdica e criadora? Ancorado em uma perspectiva histórica são apontadas pistas dessa conceituação, utilizando um debate teórico entre as categorias trabalhadas por Huizinga (2012), Rego (1968), Abreu e Castro (2009), Capoeira (1985;1992) e Sodré (2002; 2005). O artigo defende a capoeira enquanto síntese de diversas formas de cosmovisões, que se fundem na ação de um jogo de livre expressão.

PALAVRAS-CHAVE: Capoeira – Jogo – Ação Simbólica – Ação Criadora

 

 

LEDO ENGANO: 100 ANOS DE GRANDE OTELO OU SEBASTIÃO PRATA? 
(SUJEITO, PERSONAGENS OU PRODUTO CULTURAL)

Tadeu Pereira dos Santos e Maria Clara Tomaz Machado


RESUMO: Este texto problematiza a comemoração dos 100 anos de Sebastião Prata, que por vezes é tomada como sendo a de Grande Otelo. Procura evidenciar as peculiares naturezas de ambos, refletindo sobre aproximações e distanciamentos, bem como sobre o modo como o celebrismo destitui a reflexão. Nesse sentido, o ano de 2015 se firma como um lugar de memória por uma ótica memorialística, cuja diversidade de representações, por usos e abusos, renova o passado. Tal fato é equivalente e reduz a experiência de Prata à sua arte, ou melhor, à sua dimensão pública, a qual espraia como se fosse expressiva do seu existenciário e nos faz lembrar apenas da sua condição de ator. Desta feita, discutimos o processo que institui modos de lembrá-lo como Grande Otelo em esquecimento a Prata.

PALAVRAS-CHAVE: Comemoração – Sebastião Bernardes de Souza Prata – Grande Otelo

 

 

A MEDICINA A SERVIÇO DA CIVILIZAÇÃO NO RIO DE JANEIRO OITOCENTISTA
Vinicius Cranek Gagliardo


RESUMO: Em 1829, foi criada no Brasil a Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, instituição que passou a demandar o controle do saber médico e de suas atribuições sociais. Tal Sociedade teria sido responsável pela grande ofensiva da medicina social no país, por meio da institucionalização da higiene pública, tornando-se um marco na descontinuidade discursiva e prática em relação à medicina exercida nos tempos coloniais. Assim, sugere-se que se estabeleceu um novo tipo de intervenção médica sobre a cidade e a população a partir de sua criação: a civilizatória. Em vista disso, este artigo tem como objetivo central analisar o projeto de civilização e europeização do Rio de Janeiro oitocentista arquitetado pela Sociedade de Medicina.

PALAVRAS-CHAVE: Medicina – Civilização – Europeização

 

 
Dossiê

APRESENTAÇÃO
Francisco Alcides do Nascimento e Frederico Osanam Amorim Lima

 

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A ESCRITA DE SI E DA AMIZADE: PERCURSOS AFETIVOS NA SOCIABILIDADE INTELECTUAL ENTRE A. TITO FILHO E LUIS MENDES RIBEIRO GONÇALVES (1970-1980)
Ana Cristina Meneses de Sousa Brandim


RESUMO: O presente artigo aborda sobre a importância da carta como fonte de análise para o historiador e como registro da escrita de si. Através das cartas-retorno escritas pelo intelectual Luís Mendes Ribeiro Gonçalves ao seu amigo A. Tito Filho, traço um percurso afetivo e de sociabilidade intelectual entre ambos. Enfatizo que o diálogo epistolar entre os dois intelectuais fazem emergir um cenário literário e cultural de Teresina entre os anos de 1970-1980. Concluo que as cartas servem para significar um fluxo e circulação de ideias em uma rede marcada pela afetividade e pela intelectualidade, bem como, constroem espaços de construções da imagem, já que existe um teatro confidencial, onde os missivistas utilizam-se da palavra para marcar seus lugares, dizer suas preferências, mostrar suas inquietações, sonhos e desejos.

PALAVRAS-CHAVE: Cartas – Escrita de si – Luís Mendes Ribeiro Gonçalves – A. Tito Filho

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TRAJETÓRIAS BIOGRÁFICAS E MODOS DE SUBJETIVAÇÃO NAS CARTAS TROCADAS ENTRE INTELECTUAIS DA SOCIEDADE PIAUIENSE/BRASILEIRA NAS DÉCADAS DE 1980/1990
Audrey Maria Mendes de Freitas Tapety


RESUMO: Neste texto abordo os cuidados teóricos e metodológicos que o historiador deve ter ao utilizar cartas pessoais como documentos históricos, ao mesmo tempo em que ressalto a importância de fontes como essa para a escrita da história, notadamente, quando se trata de temas e personagens comumente negligenciados ou silenciados pelos documentos e arquivos públicos e oficiais, como é o caso dos amores e amizades homoeróticos e de personagens homossexuais. Chamo atenção ainda para os limites e os cuidados éticos que o uso desse tipo de fonte requer da parte do historiador. Abordo, ainda, como o gênero epistolar permite tratar de temas como a escrita de si e a identidade de gênero.

PALAVRAS-CHAVE: História – Escrita de Si – Cartas – Autobiografia

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ESCRITOS SAÍDOS DO ARMÁRIO:
CORRESPONDÊNCIA ÍNTIMA, ESCRITA DE SI E IDENTIDADE DE GÊNERO
Durval Muniz de Albuquerque Júnior


RESUMO: Neste texto abordo os cuidados teóricos e metodológicos que o historiador deve ter ao utilizar cartas pessoais como documentos históricos, ao mesmo tempo em que ressalto a importância de fontes como essa para a escrita da história, notadamente, quando se trata de temas e personagens comumente negligenciados ou silenciados pelos documentos e arquivos públicos e oficiais, como é o caso dos amores e amizades homoeróticos e de personagens homossexuais. Chamo atenção ainda para os limites e os cuidados éticos que o uso desse tipo de fonte requer da parte do historiador. Abordo, ainda, como o gênero epistolar permite tratar de temas como a escrita de si e a identidade de gênero.

PALAVRAS-CHAVE: Cartas – Homoerotismo – Teoria e metodologia da história – Ética

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HISTORIADORES EM COMUNICAÇÃO:
CARTAS TROCADAS ENTRE POSSIDÔNIO QUEIROZ E ANITA PRESTES

Francisco Alcides do Nascimento


RESUMO: Este artigo resultou de pesquisa iniciada em 2012 quando tivemos acesso ao arquivo pessoal do intelectual Possidônio Nunes de Queiroz. Pode-se dizer que este, como a maioria dos intelectuais, deixou atrás de si uma massa importante de escritos pessoais, apropriados para fins de estudo, com autorização da família. Entre as pastas de correspondência organizadas por Queiroz, encontramos cartas de Anita Leocádia Prestes. A correspondência entre os dois logo me chamou atenção e passou a ser objeto de estudo. Graças a este fortuito achado, parte de tal material passou a ser o suporte empírico que deu base à construção desta narrativa, dada a relevância em discutir uma rede de sociabilidade nascida entre uma professora universitária, residente no Rio de Janeiro, e um intelectual que morava em uma pequena cidade localizada no sertão do Piauí. Os dois eram historiadores e, dentre os temas pesquisados por ambos, estava a Coluna Prestes. Esta os uniu através de cartas.

PALAVRAS-CHAVE: Possidônio Queiroz – Anita Prestes – Cartas – Sociabilidade

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ACHEI QUE A HORA ERA ESSA:
O SUICÍDIO NAS CARTAS DE ADEUS

Frederico Osanam Amorim Lima


RESUMO:Qual o lugar do suicídio na História? A pergunta, sugestiva, entre outras coisas, de um problema de matriz epistemológica, é o mote a partir do qual se procura pensar as possibilidades de se historicizar um tema, aparentemente, não histórico. Este artigo tem a pretensão de apresentar o suicídio a partir de suas representações, presentes, especialmente, nas “cartas de adeus” deixadas pelos suicidas. Tomando como aporte teórico pensadores como Michel Foucault, Gilles Deleuze, Michel Certeau e Zygmunt Bauman, procuro estudar o suicídio numa dimensão temporal com vistas à possibilidade de entender como ele se configura na nossa atual condição histórica; bem como analisar, nas “cartas de adeus”, as representações e práticas atinentes ao universo suicida, percebendo como eles revelam aspectos culturais da pós-modernidade.

PALAVRAS-CHAVE: História – Suicídio – Cartas – Pós-modernidade – Subjetividades

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O OFÍCIO DO HISTORIADOR ATRAVÉS DAS CORRESPONDÊNCIAS: UMA RELAÇÃO AFETIVA ENTRE MÁRIO DE ANDRADE E TARSILA DO AMARAL
Yvone Dias Avelino


RESUMO: Mário de Andrade e Tarsila do Amaral trocaram ao longo dos anos várias correspondências, tratando dos assuntos cotidianos ocorridos no percurso de suas vidas. As cartas expunham notícias boas, ruins, pensamentos sobre política, sobre arte, mazelas do corpo e planos de ação. Pretendemos neste artigo estabelecer uma reflexão sobre a utilização de correspondências pelos historiadores como fonte.

PALAVRAS-CHAVE: Cartas – Fonte – Memória – Amigos

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TRAVESSIAS E CARTAS: VIAGEM E MALA DO IMIGRANTE
Maria Izilda Santos de Matos


RESUMO: Os deslocamentos incluíram uma diversidade de trajetórias e multiplicidade de experiências, processos diferentes e simultâneos que compõem a trama histórica. Incorporando a perspectiva cultural, esta investigação pretende discutir os deslocamentos dos portugueses para São Paulo (1890 e 1950), recuperando os preparativos da viagem, a travessia e a constituição dos pertences na mala destes imigrantes. A pesquisa baseia-se na análise das cartas e correspondências localizadas no Memorial do Imigrante de São Paulo (antiga Hospedaria dos Imigrantes) e em arquivos portugueses (Arquivo Distrital do Porto e de Braga).

PALAVRAS-CHAVE: Cartas – Deslocamentos – Imigração – Portugueses – Viagem

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Resenhas

SOBRE UMA ARTE DA RELAÇÃO: REFLEXÕES SOBRE HISTÓRIA ORAL E MEMÓRIA NA OBRA DE ALESSANDRO PORTELLI
Camila Mota Farias

 

 

UM OLHAR SOBRE 1964: JORGE FERREIRA, ANGELA DE CASTRO GOMES E O GOLPE QUE INSTITUIU A DITADURA NO BRASIL
Rodrigo Francisco Dias

 

 
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