A imprensa na Revolução Francesa

o jornalismo e a literatura como protagonistas da História

Autores

  • Eduardo Ritter Universidade Federal de Pelotas - UFPEL

DOI:

https://doi.org/10.35355/revistafenix.v22i1.1462

Palavras-chave:

Revolução Francesa, História, Jornalismo, Literatura

Resumo

A Revolução Francesa foi um dos eventos mais marcantes da Era Moderna. Com a popularização da imprensa por toda a Europa, foi na França que jornais e livros tiveram papel primordial para que a população se mobilizasse e desenvolvesse atos revolucionários que acabaram com o absolutismo monárquico e levaram novas formas de pensar para além das fronteiras europeias. Assim, esta pesquisa faz uma recuperação histórica da mobilização social e suas relações como jornalismo e a literatura.

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Biografia do Autor

Eduardo Ritter, Universidade Federal de Pelotas - UFPEL

Pós-doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) e professor adjunto do curso de Jornalismo do Centro de Letras e Comunicação da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Doutor em Comunicação Social pela PUCRS (2015), com estágio doutoral pelo Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) da Capes na New York University (NYU), em Nova Iorque (EUA). Mestre em Comunicação Social pela mesma instituição, com bolsa Capes (2011). Graduado em Jornalismo pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí, 2006) e tecnólogo em Gestão Financeira pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel, 2022). Possui experiência profissional em rádio, jornalismo digital (produção de foto, texto e audiovisual), jornal impresso, jornalismo literário e assessoria de comunicação. Além disso, tem artigos publicados sobre diversos temas relacionados ao Jornalismo, Literatura e à Comunicação Social. É autor dos livros A Tribo Jornalística de Erico Verissimo (Unijuí, 2016), Jornalismo Gonzo (Insular, 2018; 2 ed., 2024), Dançando Valsa no Pagode (Insular, 2022) e Jacques Georges: O Menino do Porão do Navio Libanês que se Tornou Ícone do Empreendedorismo Brasileiro (Insular, 2024). Atualmente, coordena o projeto de extensão "Jornalismo e Finanças: Produção do Site Superávit Caseiro" e o projeto de pesquisa "Narrativas da Diáspora: Imaginação, Identidade e Migração". Mantém uma coluna semanal sobre literatura no jornal A Hora do Sul, de Pelotas (RS)

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Publicado

2025-07-14

Como Citar

RITTER, E. (2025). A imprensa na Revolução Francesa: o jornalismo e a literatura como protagonistas da História. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 22(1), 28–47. https://doi.org/10.35355/revistafenix.v22i1.1462