A dor não envelhece
Lima Barreto e a recusa ao silêncio
DOI:
https://doi.org/10.35355/revistafenix.v23i1.1600Palavras-chave:
Lima Barreto, Primeira República, racismo científico, literatura e políticaResumo
Este artigo analisa a obra de Afonso Henriques de Lima Barreto (1881–1922) como insurgência crítica às estruturas excludentes da Primeira República (1889-1930). A metodologia combina análise literária e pesquisa bibliográfica. Discutem-se suas origens familiares, as influências intelectuais que moldaram sua escrita e sua contestação às ideologias hegemônicas do período, com ênfase nas doutrinas racialistas, como o racismo científico e o eugenismo. Sua literatura é interpretada como prática discursiva de enfrentamento às hierarquias sociais, políticas e raciais.
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