Forest, travel writings and art

– a mata

Authors

DOI:

https://doi.org/10.35355/revistafenix.v22i1.1479

Keywords:

Landscape, art, forest , mata

Abstract

What can the name forest, travel narratives and art say about the idea of landscape in Brazil? How does this interpretation, in the encounter with the mata and this passages, change the way nature can be thought of? In this article, we intend to rehearse some ideas and concerns through dialogue between history, anthropology, literature and art, studying mainly some works featuring forests, by European artists in the 19th century. On the other hand, the article also addresses production by indigenous artists and writers and their ways of evoking matas and forests.  

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biographies

Aline TRIGUEIRO, Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

Doutorado em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA/UFRJ), com período Sanduíche na University of Oxford (England), e Pós-Doutorado em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UERJ). Atualmente é Professora Associada do Departamento de Ciências Sociais e docente colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, na Universidade Federal do Espírito Santo.

Marcus Alexandre MOTTA, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Professor associado de Pós-Graduação do Instituto de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Pós-doutor em Teoria e Filosofia da História - Fórum UNESCO - Universidade Lusíadas. Pós-doutor em Teoria Literária pela Pontifícia Universidade Católica (PUC). Doutor em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. 

Cláudia AMORIM, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Doutorado em Literatura Comparada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2006) e Pós-Doutorado em Literaturas Africanas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (2012). Atualmente é professora associada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, atuando na Graduação e na Pós-Graduação (Lato e Stricto Sensu).

References

ARGAN, G. C. A Arte Moderna na Europa de Hogarth a Picasso. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

BUARQUE DE HOLANDA, Sérgio. Visões do Paraíso. Os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

CABRAL, Joana. Entre Palavras e plantas – Modos de Constituição e Saberes entre os Wajãpi. Tese (Doutorado em Antropologia Social) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012.

______________. Mundos de roças e florestas. Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Cienc. Hum., Belém, v. 11, n. 1, p. 115-131, jan.-abr. 2016. Disponível em: https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/PNmFtzGSKBhnfZGMnNmRd8j/ DOI: https://doi.org/10.1590/1981.81222016000100007

CARVALHO, José Murilo. O motivo edênico no imaginário social brasileiro. Revista Bras. Ciências Sociais, v. 13, no. 38, 1998. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbcsoc/a/VdZ953cbKFh5GjrqsJCwBzd/#:~:text=Datas%20de%20Publicação-,Resumos,e%20a%20história%20do%20país. Acesso em: 17 mai. 2022.

DA MATTA, Roberto. Impacto da herança cultural brasileira nas atitudes para com a natureza e o meio ambiente. In. FELDMAN (editor); CRESPO e DRUMMOND (Co-editores). Rio + 10 Brasil: Uma década de transformações. Rio de Janeiro; ISER, 2002.

DEAN, Warren. A ferro e fogo – a história da devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Cia das Letras, 1996.

DIEGUES, Antônio Carlos. O mito moderno da natureza intocada. São Paulo: HUCITEC, 1996.

ESBELL, Jaider. Entrevista por Nina Vincent e Sergio Cohn. (Orgs.) COHN, Sergio; KADIWEU, Idjahure. In. Tembetá - conversas com pensadores indígenas. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2019.

HARRISON, Robert Pogue. Forests – the shadow of civilization. Chicago-London: The University of Chicago Press, 1992. DOI: https://doi.org/10.7208/chicago/9780226318059.001.0001

INGOLD, Tim. Pare, olhe, escute! Visão, audição e movimento humano. PontoUrbe, São Paulo, n.3, pp.1-53, 2008. Disponível em: https://journals.openedition.org/pontourbe/1925 . Acesso em: 17 mai. 2022. DOI: https://doi.org/10.4000/pontourbe.1925

KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A queda do céu. Palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

LÉVI-STRAUSS, Claude. Tristes trópicos. São Paulo, Ed. Anhembi LTDA, 1957.

__________________. Tristes trópicos. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.

___________________. El hombre desnudo – Mitológicas IV. Mexico: Siglo Veintiuno Editores S.A., 2000.

MERLEAU-PONTY, Maurice. A Natureza. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

SCHAMA, Simon. Paisagem e memória. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Lendo e agenciando imagens: o rei, a natureza e seus belos naturais. Sociologia & Antropologia. Rio de Janeiro, v. 04.02, pp. 391-431, outubro, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sant/a/XSKfP5J5QypfvMqdfssR6Jg/abstract/?lang=pt . Acesso em: 17 mai. 2022. DOI: https://doi.org/10.1590/2238-38752014v425

SOUZA, Laura de Mello. O jardim das Hespérides. Minas e as visões do mundo natural no século XVIII. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. A floresta de cristal: notas sobre a ontologia dos espíritos amazônicos. Cadernos de Campo, São Paulo, n. 14/15, 2006. DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p319-338

____________________. Povos indígenas. Os involuntários da Pátria. In. Instituto Humanitas Unisinos, 2016. Fonte: https://www.ihu.unisinos.br/noticias/554056-povos-indigenas-os-involuntarios-da-patria Acesso em: 17 mai. 2022.

PÁDUA, José Augusto. Um sopro de destruição. Pensamento político e critica ambiental no Brasil escravista, 1786-1888. Rio de Janeiro: Ed. JZE, 2002.

RIBEYROLLES, Charles. Brazil Pittoresco (História, Descripções, Viagens, Instituições, Colonisação). Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1859. Disponível em: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/6852 Acesso em: 17 mai. 2022.

RIBEYROLLES, Charles. Brazil Pittoresco Album (De Vistas, Panorama, Paisagens, Monumentos, Costumes, Etc.) Photographiados por Victor Frond e Lithographiados pelos Artistas de Paris. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1859a. Disponível em: https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/6849 Acesso em: 17 mai. 2022.

ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015.

_______________. Ave-Palavra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

RUGENDAS, J. M. Viagem pitoresca através do Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia Limitada, 1989.

PESQUISAS EM SITES ONLINE

Arte que acontece. MAM de São Paulo abre coletiva de arte indígena contemporânea, autora Beta Germano, 13 de setembro de 2021. Disponível em: https://www.artequeacontece.com.br/jaider-esbell-assina-a-curadoria-de-mostra-de-arte-indigena-contemporanea-no-mam-de-sao-paulo/ Acesso em: 17 mai. 2024.

Behance.net. Etiqueta, Rasura a nanquim de ilustração do livro “grandes expedições à Amazônia brasileira”, autor Denilson Baniwa (2019). Disponível em: https://www.behance.net/gallery/92736999/Etiqueta Acesso em: 17 mai. 2024.

Dicionário Etimológico. Verbete: Floresta. Disponível em: https://www.dicionarioetimologico.com.br/floresta/ Acesso em: 17 mai. 2022.

Instituto Moreira Sales. Coleção Brasiliana Iconográfica. Disponível em: https://www.brasilianaiconografica.art.br/obras/19014/foret-vierge-pres-manqueritipa-dans-la-province-de-rio-de-janeiro Acesso em: 17 mai. 2022.

Biblioteca Nacional. Coleção Biblioteca Nacional Brasil. Disponível em:

http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_iconografia/icon1113654/icon1113654_15.jpg Acesso em: 17 mai. 2022.

Galeria Jaider Esbell. Disponível em: https://www.galeriajaideresbell.com.br; www.jaideresbell.com.br/site/2016/07/01/it-was-amazon/ Acesso em: 17 mai. 2024.

Gama Revista (UOL). Entrevista com Jaider Esbell. ‘A arte é uma extensão da nossa política para este mundo’, autor Leonardo Neiva, 1 de dezembro de 2020. Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/formato/conversas/indigena-artista-jaider-esbel-arte-e-politica/ Acesso em: 17 mai. 2024.

Instituto Humanitas Unisinos. Entrevista com Bruce Albert: ‘A floresta não é uma coleção de árvores, mas um universo de povos vivos”, autora Patricia Fachin, 31 de julho de 2023. Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/categorias/159-entrevistas/629287-povo-yanomami-eles-me-deram-uma-formacao-humana-e-intelectual-entrevista-especial-com-bruce-albert Acesso em: 5 ago. 2023.

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. MAHKU e o mito do surgimento do Nixi Pae, autora Paula Alzugaray, 6 de outubro de 2021. Disponível em: https://select.art.br/mahku-e-o-mito-do-surgimento-do-nixi-pae/ Acesso em: 5 ago. 2023.

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand. Disponível em: https://masp.org.br/acervo/obra/yube-inu-yube-shanu-mito-do-surgimento-da-bebida-sagrada-nixe-pae Acesso em: 5 ago. 2023.

Povos Indígenas do Brasil: Disponível em: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Wajãpi#:~:text=Wajãpi%20é%20o%20nome%20utilizado,origem%2C%20desde%20o%20século%20XVII ; https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami Acesso em: 5 jul. 2024.

Prêmio Pipa. Denilson Baniwa. Disponível em: https://www.pipaprize.com/denilson-baniwa/25-denilson-baniwa/ Acesso em: 5 jul. 2024.

YouTube. NAKOADA - Entrevista com coletivo MAHKU. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=_vhFSkN01FY Acesso em: 5 jul. 2024.

Published

2025-07-14

How to Cite

TRIGUEIRO, A., MOTTA, M. A., & AMORIM, C. (2025). Forest, travel writings and art : – a mata. Fênix - Revista De História E Estudos Culturais, 22(1), 70–96. https://doi.org/10.35355/revistafenix.v22i1.1479